sábado, 5 de março de 2011
quinta-feira, 3 de março de 2011
Foi então que eu compreendi
"Hoje levantei cedo pensando no que tenho a fazer antes que o relógio marque meia noite. É minha função escolher que tipo de dia vou ter hoje. Posso reclamar porque está chovendo ou agradecer às águas por lavarem a poluição. Posso ficar triste por não ter dinheiro ou me sentir encorajado para administrar minhas finanças, evitando o desperdício. Posso reclamar sobre minha saúde ou dar graças por estar vivo.
Posso me queixar dos meus pais por não terem me dado tudo o que eu queria ou posso ser grato por ter nascido. Posso reclamar por ter que ir trabalhar ou agradecer por ter trabalho. Posso sentir tédio com o trabalho doméstico ou agradecer a Deus. Posso lamentar decepções com amigos ou me entusiasmar com a possibilidade de fazer novas amizades. Se as coisas não saíram como planejei posso ficar feliz por ter hoje para recomeçar. O dia está na minha frente esperando para ser o que eu quiser. E aqui estou eu, o escultor que pode dar forma. Tudo depende só de mim." (Charles Chaplin)
quarta-feira, 2 de março de 2011
Frenhan
As vezes faço coisas, nem sempre tem um porque
nem sempre é necessario, mas faço e me sinto bem.
Talevz seja melhor assim...
Minha vida nem sempre teve tanto sentido,
Também nem sei se vai ter, mas é minha e faço o que tiver de fazer;
e mesmo com tantas mudanças, eu ainda quero que mude,
mas que mude para melhor, bem melhor.
Tenho varias perguntas sem respostas,
mas quais são as perguntas de nunca foram respondidas.
Descobrir o verdadeiro sentido das coisas é querer saber demais.
Eu escrevo, eu leio e releio, não quero mostrar pra ninguém o que fui ou sou, eu só quero ser,
provar, experimentar, viver e viver. Eu quero parar de chorar, de tristeza, eu quero renovar, encontrar, realizar,
buscar e encontrar. Há, eu quero agradecer, agradecer por mais um dia, por mais dois ou três, ou mil dias...
Longe de você ?
Sobrevivi sem ti ....
Quando dei por mim, tinhas ficado para
trás e me dei conta que nunca estivestes verdadeiramente comigo..
SOBREVIVI, apesar das noites frias e
desertas, tendo apenas a solidão como
companhia e o silêncio da sua ausência...
O vazio dos dias que vieram, contaram-me histórias que escrevi na parede do meu quarto, e sufoquei meu grito na garganta cada vez que minh'alma chamava por ti...
Tropecei muitas vezes na saudade, me feri, mas me socorri e mesmo assim SOBREVIVI!!
SOBREVIVI AOS MEUS MEDOS, CALEI MEUS ANSEIOS, ABRI OS BRAÇOS AO VENTO E VOEI PARA LONGE DE TI E DO TEU FASCÍNIO.
Alemanha – Inicio do século XX
*
Durante uma conferência com vários universitários, um professor da Universidade de Berlim desafiou seus alunos com a
pergunta:
“Deus criou tudo o que existe?"
Um aluno respondeu com grande certeza:
-Sim, Ele criou!
-Deus criou tudo?
Perguntou novamente o professor.
-Sim senhor, respondeu o jovem.
O professor indagou:
-Se Deus criou tudo, então Deus fez o mal? Pois o mal existe, e partindo do preceito de que nossas obras são um reflexo
de nós mesmos, então Deus é mau?
O jovem ficou calado diante de tal resposta e o professor, se regozijava de ter provado mais uma vez que a fé era uma
perda de tempo.
Outro estudante levantou a mão e disse:
-Posso fazer uma pergunta, professor?
-Lógico, foi a resposta do professor.
O jovem ficou de pé e perguntou:
-Professor, o frio existe?
-Que pergunta é essa? Lógico que existe, ou por acaso você nunca sentiu frio?
Com uma certa imponência o rapaz respondeu:
-De fato, senhor, o frio não existe. Segundo as leis da Física, o que consideramos frio, na realidade é a ausência de
calor. Todo corpo ou objeto é suscetível de estudo quando possui ou transmite energia, o calor é o que faz com que este
corpo tenha ou transmita energia. O zero absoluto é a ausência total e absoluta de calor, todos os corpos ficam inertes,
incapazes de reagir, mas o frio não existe. Nós criamos essa definição para descrever como nos sentimos se não temos calor.
-E, existe a escuridão? Continuou o estudante.
O professor respondeu temendo a continuação do estudante: Existe!
O estudante respondeu:
-Novamente comete um erro, senhor, a escuridão também não existe. A escuridão na realidade é a ausência de luz.
A luz pode-se estudar, a escuridão não! Até existe o prisma de Nichols para decompor a luz branca nas várias cores de que
está composta, com suas diferentes longitudes de ondas. A escuridão não!
Continuou:
-Um simples raio de luz atravessa as trevas e ilumina a superfície onde termina o raio de luz.
Como pode saber quão escuro está um espaço determinado? Com base na quantidade de luz presente nesse espaço, não é assim?!
Escuridão é uma definição que o homem desenvolveu para descrever o que acontece quando não há luz presente.
Finalmente, o jovem perguntou ao professor:
-Senhor, o mal existe?
Certo de que para esta questão o aluno não teria explicação, professor respondeu:
-Claro que sim! Lógico que existe. Como disse desde o começo, vemos estupros, crimes e violência no mundo todo,
essas coisas são do mal!
Com um sorriso no rosto o estudante respondeu:
-O mal não existe, senhor, pelo menos não existe por si mesmo. O mal é simplesmente a ausência do bem, é o mesmo dos
casos anteriores, o mal é uma definição que o homem criou para descrever a ausência de Deus. Deus não criou o mal.
Não é como a fé ou como o amor, que existem como existem o calor e a luz. O mal é o resultado da humanidade não ter Deus
presente em seus corações. É como acontece com o frio quando não há calor, ou a escuridão quando não há luz.
Por volta dos anos 1900, este jovem foi aplaudido de pé, e o professor apenas balançou a cabeça
permanecendo calado… Imediatamente o diretor dirigiu-se àquele jovem e perguntou qual era seu nome?
E ele respondeu:
ALBERT EINSTEIN, senhor!
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